Segundo uma reportagem da TV Sucesso, a maioria dos passageiros justifica a escolha com o factor tempo. Os utentes afirmam que os autocarros fazem percursos mais demorados, com várias paragens ao longo do trajecto, o que atrasa a chegada ao centro da cidade.
Em contrapartida, os mini-buses são vistos como uma alternativa mais rápida e frequente. Apesar de, em muitos casos, cobrarem até o dobro da tarifa praticada pelos autocarros numa única viagem, vários passageiros dizem preferir suportar esse custo para evitar atrasos, sobretudo quando seguem para o trabalho, escola ou outros compromissos.
A situação revela que, para muitos cidadãos, a rapidez e a pontualidade do transporte acabam por pesar mais na decisão do que o preço da viagem. O caso de Patrice Lumumba contrasta com o de outros bairros da capital, onde a escassez de transporte público obriga os passageiros a apanhar o primeiro veículo disponível, independentemente do tipo de serviço ou do valor da tarifa.
A realidade evidencia que, além de aumentar a oferta de transporte, continua a ser importante melhorar a eficiência, a frequência e o tempo de resposta dos serviços públicos, para que estes se tornem uma opção mais atractiva para os utentes. Fonte: TV Sucesso.
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