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A celebração do Ano do Cavalo fortalece os laços culturais e a amizade entre a China e o Egito

   

Estudantes egípcios se apresentam durante a celebração do Ano Novo Chinês na Universidade Ain Shams, no Cairo, Egito, em 10 de fevereiro de 2026. (Xinhua/Ahmed Gomaa)

Uma celebração do Ano Novo Chinês, referente ao Ano do Cavalo, foi realizada nesta terça-feira na Universidade Ain Shams, no Cairo, reunindo professores chineses e estudantes egípcios para uma demonstração festiva de intercâmbio cultural e fortalecimento de amizades.

O evento contou com a presença de autoridades da Universidade Ain Shams, incluindo o decano da Faculdade de Al-Alsun (Línguas) e o chefe do departamento de chinês da faculdade, além de representantes da embaixada chinesa no Cairo e os diretores egípcio e chinês do Instituto Confúcio.

Em seu discurso, Nasser Abdel-Aal, diretor egípcio do instituto, destacou o significado mais profundo e a “significância especial” da celebração deste ano, que coincide com o 70º aniversário das relações diplomáticas entre Egito e China.

Estudantes egípcios se apresentam durante a celebração do Ano Novo Chinês na Universidade Ain Shams, no Cairo, Egito, em 10 de fevereiro de 2026. (Xinhua/Ahmed Gomaa)

Ele afirmou que os estudantes egípcios que aprendem chinês desempenham um papel importante no fortalecimento do entendimento mútuo entre os dois países, descrevendo-os como estando “em uma das plataformas globais mais importantes: a plataforma de compreensão da China”.

A celebração começou com um grupo de professores chineses apresentando a música “Amigos como você”, enquanto centenas de estudantes egípcios na plateia se juntavam ao coro.

“Não somos apenas professores que ensinam chinês, mas aos poucos nos tornamos amigos de nossos alunos”, disse Yuan Xi, professor de chinês no Instituto Confúcio da Universidade Ain Shams, à Xinhua.

Ela acrescentou que sediar a celebração do Ano Novo Chinês no Egito ajuda a compartilhar a cultura chinesa e a fortalecer os laços entre as duas nações.

“Os alunos não estão apenas aprendendo o idioma, mas também aprendendo sobre uma cultura diferente e fazendo amigos chineses”, disse a professora de chinês.

Estudantes egípcios celebram o Ano Novo Chinês na Universidade Ain Shams, no Cairo, Egito, em 10 de fevereiro de 2026. (Xinhua/Ahmed Gomaa)

Outras apresentações incluíram recitais de poesia chinesa, demonstrações de artes marciais e esquetes humorísticas retratando a vida estudantil no Egito. Dois estudantes egípcios também apresentaram uma dança tradicional chinesa.

“Estudar chinês não é um fim em si mesmo. Também aprendemos sobre a cultura e as pessoas. Quanto mais aprendemos, mais gostamos. É uma experiência muito prazerosa”, disse à Xinhua Knooz Mostafa, uma estudante egípcia que participou da apresentação e já estudou na China.

Emuel Moisés

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