Moçambique registou dez casos de rapto entre Janeiro e Dezembro de 2025, segundo dados avançados pelo ministro da Defesa Nacional, Cristóvão Chume. A maior incidência foi na cidade de Maputo, com sete ocorrências, seguida pela província de Maputo, com dois casos, e pela província de Gaza, que contabilizou um rapto durante o período em análise.
De acordo com o governante, nove dos dez casos já foram esclarecidos, permitindo a detenção de 18 indivíduos suspeitos, todos moçambicanos. Apenas um caso continua em investigação, devendo ser posteriormente apresentado pelas autoridades de defesa e segurança nacional.
Cristóvão Chume explicou que o trabalho de desmantelamento das redes de raptores tem revelado desafios internos, entre os quais a presença de agentes infiltrados na Polícia da República de Moçambique (PRM). Segundo o ministro, alguns destes agentes têm feito uso indevido das armas da corporação, chegando a alugá-las a criminosos, facilitando assim a actuação dos grupos envolvidos em raptos e contribuindo para o alargamento das redes criminosas.
O ministro admitiu ainda que esta má conduta dentro das fileiras policiais pode estar associada a mecanismos clandestinos de recrutamento, frequentemente marcados por práticas de corrupção, que permitem a entrada de elementos sem a devida idoneidade para servir o Estado.
O Executivo afirma estar a reforçar os mecanismos de controlo interno e de fiscalização, no sentido de restaurar a confiança pública e travar o envolvimento de agentes das forças de defesa e segurança em actividades criminosas.
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